Pesquisa

Imagine se você pudesse prever em qual parte do dia ficará mais cansado, como isso poderia te ajudar a resolver suas tarefas? Poder marcar reuniões importantes nos horários em que está mais disposto ou poder fazer um itinerário para aquela longa viagem até a colônia de férias com a família, podendo organizar os pontos de descanso e abastecimento, tornando o percurso mais seguro e prazeroso.
Esse é o objetivo de pesquisa da Versor, a partir da leitura de dados em tempo real do seu corpo, poder identificar quando o seu nível de alerta estará muito baixo, tornando-o mais propenso a sofrer acidentes, por desatenção e fadiga, além de diminuir seu desempenho ao exercer tarefas importantes, sejam no trabalho ou no lazer.

A partir do uso da actigrafia e da aquisição de outros dados, como sua atividade cerebral via EEG, o algoritmo da Versor consegue analisar seu ritmo diário e te apresentar, por meio de gráficos e tabelas simples, como está o seu ciclo circadiano, demonstrando os períodos do dia em que estará mais alerta. Te ajudando a ser mais disposto no trabalho e descansando melhor durante a noite, além de auxiliá-lo a entender o próprio corpo.

As aplicações deste sistema são diversas, com a capacidade de atuar desde um guia para a definição de turnos de trabalho de equipes médicas, ou outros setores que precisam estar alerta todo o tempo, como policiais e bombeiros, demonstrando quais integrantes estão mais aptos a atuar naquele período e quais necessitam de uma pausa para descanso, podendo aumentar o desempenho geral do grupo. Até diminuir o jet-lag de pessoas que viajam longas distâncias constantemente, usando os resultados do sistema da Versor como base para reorganizar os horários de sono para equiparar-se ao novo fuso horário do destino.

Atualmente a pesquisa está focada na criação de equipamentos que façam uma leitura de dados confiável e constante, que possam ser utilizados em conjunto com o algoritmo. O projeto de pesquisa atual da Versor está focado na criação de dois equipamentos de aquisição de dados para identificar o nível de alerta do usuário, o Hórus e o EEG, esses equipamentos serão utilizados em conjunto e terão suas leituras “subidas” para a nuvem, que serão analisadas pelo algoritmo e seus resultados serão entregues em forma de relatório.